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CONTEÚDO KAZ

O esgotamento do modelo atual de trabalho e o desafio de construir culturas de bem-estar mais humanas

esgotamento de trabalho

Quando falamos em Cultura de Bem-Estar, existe um descompasso importante entre intenção e prática.


Pesquisas mostram que 𝟖𝟎% das empresas afirmam reconhecer a importância do tema, mas apenas 𝟏𝟗% conseguem transformar esse discurso em um ambiente de trabalho consistente.


(Dados de pesquisas conduzidas por Jan-Emmanuel De Neve, Universidade de Oxford)


Isso ajuda a explicar por que discussões como a da jornada 6x1 ganham tanta força: elas não surgem do nada — são consequência de modelos de trabalho que já não dão conta da realidade atual.


Na maioria das organizações, o problema não é falta de informação.


É dificuldade de sair do discurso e fazer mudanças estruturais.


Os impactos aparecem de forma clara:


 ▪️ Somente 𝟐𝟏% das pessoas se sentem engajadas no trabalho

 ▪️ A perda global associada ao baixo engajamento chega a 𝐔𝐒$ 𝟖,𝟖 𝐭𝐫𝐢𝐥𝐡𝐨̃𝐞𝐬 por ano (Gallup)


Falar em bem-estar não é sinônimo de oferecer ações pontuais ou benefícios isolados.

O ponto central é repensar como o trabalho está organizado.


Alguns elementos aparecem de forma recorrente quando falamos em culturas mais saudáveis:


  •  Ambientes com segurança psicológica


  •  Flexibilidade real nos modelos de trabalho


  •  Menos burocracia e menos complexidade desnecessária


  •  Aprendizado contínuo como parte da rotina


  •  Tecnologia a serviço do humano — e não como fonte de sobrecarga



Hoje, muitas empresas operam em um estado de Pseudo-Produtividade:


 Agenda cheia, energia drenada e pouco impacto sustentável.



Talvez a pergunta mais relevante não seja se o modelo atual está esgotado.


Isso já está claro.


A pergunta que fica é: o que está sendo feito, na prática, para redesenhar o trabalho de forma mais humana e eficaz?



Leitura recomendada: Por que 80% das empresas fracassam ao construir culturas de bem-estar, por Renata Rivetti — Exame, disponível em: https://lnkd.in/dxdMHaWp



Daniela Suto
Daniela Suto

Mestre em Psicologia, Especialista em Psicologia Positiva, Felicidade Corporativa e certificada como CHO ( Chief Happiness Officer). Profissional com mais de 20 anos de experiência na área de Gestão de Pessoas, com foco em desenvolvimento humano organizacional atuando em empresas nacionais e multinacionais de médio e grande porte. Mais de 10 anos de experiência em cargos de liderança, atuando em implantações, projetos e programas de Gestão de Pessoas. Sólida experiência em todos os subsistemas de Recursos Humanos, principalmente em Desenvolvimento Humano Organizacional, Cultura e Educação Corporativa. Certificação internacional no Modelo Barrett para diagnóstico e evolução da Cultura Organizacional, pelo BVC (Barrett Values Center). Professora de cursos de graduação e pós-graduação.


Daniela Suto


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